Quinta-feira, 11 de Março de 2004

BIOMETRIAS MODERNISTAS

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Confesso que não entendo as vantagens dessa grande novidade da Galp em se poder passar a pagar as contas nos seus postos através da impressão digital. Para além de ser mais uma cedência de um dado pessoal de cada um, qual a diferença entre entregar um dos muitos cartões plastificados e digitar o código e, em alternativa, meter o dedo e também digitar um código?

Claro que isto dá dinheiro a fornecedores de "novas tecnologias" e permite que as contas bancárias dos biometrados acumulem mais dados pessoais. Mas estas não são boas razões que beneficiem os consumidores.

Cá para mim, isto não passa de entretém em modernices do pingarelho. Ou não faltarão à Galp outras necessidades de investimento? A propósito, como está o up-grading das duas Refinarias da Galp?


NOTA: Este post mereceu um comentário mordaz e contundente do ML, ao qual gostaria de dar o realce que acho que merece (tanto mais que elevou o nível do sentido do post, enriquecendo-o):

"Então Amigo João... Já não se lembra como é? Meter o dedo faz toda a diferença. Meter, pressupõe a introdução, em algo, de coisa roliça e comprida. O cartão plastificado passa-se por uma ranhura ou racha. Ora, passar por, não dá o mesmo gozo que meter em. Para mim, é óbvio que o CEO da Galp nos quer proporcionar o maior gozo possível, e, depois de metermos... gasolina quer que metamos o dedo não sei onde, na certeza porém de que será em sítio que lhe dê, a ele CEO, o maior gozo. A minha dúvida é se esse sítio já está disponível sem rede. Por mim, não vou contribuir para alimentar prazeres solitários de CEO's carentes. Continuo a preferir uma racha, nem que seja de passagem. A ter que meter, meto na concorrência, que até já pratica preços mais em conta. Um abraço. Manuel Lourenço."

Ora aqui está um comentarista com saudável sentido de humor.
publicado por João Tunes às 16:41
link do post | favorito
De Manuel Loureno a 12 de Março de 2004 às 00:13
Então Amigo João... Já não se lembra como é? Meter o dedo faz toda a diferença. Meter, pressupõe a introdução, em algo, de coisa roliça e comprida. O cartão plastificado passa-se por uma ranhura ou racha. Ora, passar por, não dá o mesmo gozo que meter em. Para mim, é óbvio que o CEO da Galp nos quer proporcionar o maior gozo possível, e, depois de metermos... gasolina quer que metamos o dedo não sei onde, na certeza porém de que será em sítio que lhe dê, a ele CEO, o maior gozo. A minha dúvida é se esse sítio já está disponível sem rede. Por mim, não vou contribuir para alimentar prazeres solitários de CEO's carentes. Continuo a preferir uma racha, nem que seja de passagem. A ter que meter, meto na concorrência, que até já pratica preços mais em conta.
Um abraço.


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