Terça-feira, 1 de Junho de 2004

AI CARLYLE ...

doenteh.jpg

Carlyle fora da corrida à Galp

Pistas para interpretação de factores que tiveram influência na decisão:

- Incremento da reacção negativa e mais radicalizada da opinião pública à intervenção americana no Iraque (agora, os "falcões" assobiam para o lado devido á incapacidade em "normalizar" a situação iraquiana, tremendo impacto da vitória de Zapatero, congestão pela divulgação da prática de torturas pelos Exército Americano).

- Denúncia valente de Francisco Louçã no Parlamento.

- Desmascaramento da natureza da Carlyle (em que parte da blogosfera deu uma importante achega) sobre as "ligações perigosas" entre poderes económico e político.

- Posição de repulsa dos Sindicatos e dos trabalhadores da Galp perante a opção Carlyle.

Conclusão: Portugal (ainda) não é uma República das Bananas.
publicado por João Tunes às 22:11
link do post | comentar | favorito
|
6 comentários:
De Teixeira Pinto a 2 de Junho de 2004 às 22:14
Portugal não é (ainda) uma R. das Bananas, mas eu já ando abananado há uma porrada de anos. Até porque não me admira que o vencedor decida depois vender aos que agora forem preteridos... O capital não tem "pátria" e sobre "centros de decisão nacional" talvez o José Mourinho nos possa elucidar um pouco mais... Mas quanto à atitude de vigilância cívica (a propósito do grupo Carlyle), gostei de ver que ainda há muitas pessoas atentas neste rectângulo ibérico da pasmaceirolândia.


De Antonio Dias a 2 de Junho de 2004 às 19:57
A opção Carlyle seria, sempre, a mais incómoda, inoportuna. Rezou-se aos "deuses" e... surgiu o milagre. Com o poder de dewcisão bem português. Resta saber se há "cordelinhos" por trás e por fora.


De pml a 2 de Junho de 2004 às 19:44
Nota: o comentário é ao post e não à decisão (esta era-me (quase) indiferente, mesmo se não fosse era igual (quase porque pelo que li e ouvi também me pareceu que entregar a Galp à carlyle seria mau).
Feita a nota, segue o comentário:

Seguindo apenas o raciocínio do post e as "Pistas para interpretação de factores que tiveram influência na decisão", que se apresentam, parece-me, como determinantes para mesma, e se isso fosse verdade, ou seja, se se decidisse com aqueles fundamentos e sem cuidar dos verdadeiros aspectos e pressupostos de uma decisão deste nível, então sim estaríamos numa REPÚBLICA DAS BANANAS.


De jpt a 2 de Junho de 2004 às 13:30
é óbvio que falta um "são" ao "não são uns bananas". mas a correcção serve de pretexto para mais um abraço ao não-banana Bota Alta


De jpt a 2 de Junho de 2004 às 13:29
não é uma república das bananas porque há uns tipos que não uns bananas. abraço ao Bota Alta, ó seu não-banana


De Werewolf a 2 de Junho de 2004 às 00:00
Bravo, mas atenção a decisão deu num empate técnico e a comissão só tem poderes consultivos.
Bravo para a denúncia feita pelo Louçã.
Contudo há que continuar atentos.


Comentar post

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Setembro 2007

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1

2
3
4
5
6
7
8

9
10
11
12
13
14
15

16
18
19
20
21
22

23
24
25
26
27
28
29

30


.posts recentes

. NOVO POISO

. ESPANHA – GUERRA CIVIL

. ESPANHA – GUERRA CIVIL (1...

. ESPANHA – GUERRA CIVIL (2...

. ESPANHA – GUERRA CIVIL (3...

. ESPANHA – GUERRA CIVIL (4...

. ESPANHA – GUERRA CIVIL (5...

. ESPANHA – GUERRA CIVIL (6...

. ESPANHA – GUERRA CIVIL (7...

. ESPANHA – GUERRA CIVIL (8...

.arquivos

. Setembro 2007

. Novembro 2004

. Agosto 2004

. Julho 2004

. Junho 2004

. Maio 2004

. Abril 2004

. Março 2004

. Fevereiro 2004

blogs SAPO

.subscrever feeds